domingo, 28 de setembro de 2008

Soneto a um amor distante.

Oh! Flor do céu! Flor cândida e pura!
Sinto falta do teu fragor! Oh, anjo!
Tu és a flor ausente do arranjo
Da minha doença tu és a cura.

Das tuas asas antevejo ternura
Em sonhos os meus lábios aos teus tanjo
És o absinto em que me esbanjo
Mas tua ausência faz minha vida dura.

Ainda que eu perca a sanidade
E do corpo só me reste a mortalha
por tentar alcançar a tua divindade.

E assim minha vida o teu beijo valha.
Contentar-me-ei pois? Verdade:
Perde-se a vida, ganha-se a batalha.

2 comentários:

Bruna disse...

Isso foi para alguem em especial? Beijos.

Aprendiz livre e aceito disse...

Com certeza...