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sábado, 11 de maio de 2013

Denodo e galhardia


Não se é capaz de bem viver
tendo malmente o que comer
pois o pão alimenta a carne
mas esta precisa de tempero
algo que ao corpo fale
e lhe dê um ar de esmero.

Um denodo em valorizar
o ser que optou
viver pela ciência e verdade
viver como professor.

Mas governos ignoram
insistem em judiar
dos que lhes deram as palavras
que lhes ensinaram  a dominar.

O seu poder vem das ciências
que a humanidade aprendeu a compor
mas as colheitas agora mínguam
precisando do professor.


“Precisamos valorizar!”
Discursam sem parar
mas na prática só querem
da maneira mais cruel,
pela dor da fome e fel,
o conhecimento matar!

Ensinamos e até libertamos
do mito da caverna imoral
mas quando saem dessa maldita caverna
lá nos trancam!
Lá nos matam!
Com um status quo  visceral!

Escutai, ó maldito!
Sinta todo o meu fel!
Minha dor será a tua
quando a ignorância tocar o céu!
e ainda algo vou dizer:
Ambos um dia, vamos morrer!

domingo, 18 de março de 2012

Paródia poética/musical: momento de leseira baré

Era uma escola muito engraçada
Já tinha quadra 
faltava nada

Ninguém podia usar ela não
porque lá tinha muuuito ladrão

Ninguém podia
ensinar direito
porque por lá não havia respeito

Ninguém podia
Lá ir calmamente
porque na rua assaltavam a gente

Mas ela é feita
com muito esmero
por quem acredita
que a ESCOLA é o meio!